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A ideia comum é que a calvíce ocorre principalmente devido aos genes. Enquanto que isto é verdade até um certo ponto, peritos descobriram que o nosso ambiente também pode decidir se perdemos o nosso cabelo e a que “velocidade” o perdemos.
Enquanto que muitas pessoas acreditam que a calvíce afecta pessoas com o passar dos anos, os peritos em folículos como Nilofer Fario acreditam que a exposição a níveis altos de radicais livres, fumos dos cigarros e herbicidas podem piorar ou mesmo iniciar a condição.
Quando questionado para comentário, ele adicionou: “Fizémos biópsias de cabelo permanente e cabelo a cair e colocámo-los em diferentes condições, para comparar o seu crescimento no laboratório”. Fario sublinha ainda o facto de que os radicais livres forma vistos como uma contribuição chave e comenta: “Até agora, sempre assumimos que a calvíce era de origem hormonal e com uma susceptibilidade genética. Mas agora a nossa pesquisa mostra que há muito mais que hormonas”.
Ele afirma também que também podemos ver quando alguém fuma, graças à descoloração visível, particularmente em cabelo grisalho ou branqueado. Para além disto, ele atribui uma pobre dieta ao cabelo enfraquecido.
Estudos passados concluíram que o stress, mudanças hormonais, deficiências nutricionais, gravidez e doenças sérias são factores contribuintes e Barry Stevens, fundador da Sociedade Tricológica afirma que os médicos podem diagnosticar um largo número de doenças através da calvíce.
A calvíce de padrão masculino afecta 40% da população masculina e embora não exista uma dor física, a condição pode deixar um efeito psicológico no homem, podendo também afectar os seus níveis de confiança.
Qualquer pessoa que sofra de qualquer tipo de calvíce está aconselhado a procurar conselho junto de um médico ou farmacêutico, o qual lhe poderá indicar a melhor solução para o seu problema.
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