Em casos raros fatais, o vírus da gripe H1N1 tem penetrado os pulmões, maximizando os danos de saúde na pessoa sofredora. O padrão do vírus parecia imitar o mesmo de pandémicas anteriores em 1918 e 1957.
O Examinador Chefe Médico, baseado em Nova Iorque, teve acesso a documentos, papéis de autópsia e uma série de diapositivos microscópicos de cerca de 34 vítimas do vírus da gripe H1N1, que faleceram entre 15 de Maio e Julho de 2009. As descobertas pareciam indicar que entre aquelas pessoas que faleceram, a inflamação e os danos nos pulmões também afectaram as alvéolas. As alvéol....
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